Encontro de uma família solitária
Cena 1
(Na escola, encontra-se Jeremias e Mariana lado a lado durante a aula, Jeremias parece não entender muito da matéria, e precisar de ajuda)
Jeremias: Pô não consigo entender nada! Essa matéria ta muito difícil, né?
Mariana: Só um pouco, não chega a tanto assim...
Jeremias: Só para você, porque para mim álgebra é um caos!
Mariana: Ah cara, não faz drama, se você quiser, eu te ajudo!
Jeremias: Claro que quero, mas pode ser quando?
Mariana: Hoje mesmo.
Jeremias: E seus pais? O que eles vão achar? Parecem ser brabos!
Mariana (com ar sedutor): Relaxa, eu vou estar sozinha em casa.
(Jeremias percebe a frase final de Mariana, como uma indireta e fica se silencia)
Mariana: O que houve? Ficou tão quieto!
Jeremias: Não é nada, só acho que não é uma boa idéia, ficarmos sós em sua casa, o que vão pensar de nós, de você?...
Mariana: Não ligo para o que irão pensar, eu sei e você sabe, que nada vai acontecer, somos amigos!
Jeremias: E que hora seus pais chegam?
Mariana: Só às vinte e uma horas!
Jeremias: Tudo bem, mas que hora eu devo ir?
Mariana: Chegue umas quinze horas.
Jeremias: Fechado!
(Ao término da última fala bate o sinal indicando o fim da aula)
Cena 2
(Na lanchonete em frente à escola antes de ir para casa Mariana encontra sua amiga Daniela, para bater um papo enquanto há tempo)
Mariana: Hei... Dani sente aqui comigo!
Daniela: Claro, como anda a vida sua perua!
Mariana: Ai... Nem te conto!
Daniela: Agora vai ser obrigada a contar!
Mariana: Sabe o Jeremias? Ele vai lá em casa hoje, enquanto meus pais não estão em casa.
Daniela: Sério? Não me amarrota que eu estou passada! A Thaís vai morrer de inveja!
Mariana: Mas não é nem isso... Ele está todo cheio de dúvidas em álgebra, e vai lá em casa para eu ajudar ele, pelo menos é o que ele pensa...
Daniela: Sei... O que você está pretendendo fazer?
Mariana: Não sei, ainda estou pensando, só vou saber mais tarde!
Daniela: Você é doida!
Cena 3
(Mariana está tomando banho, falando com si mesma)
Mariana: Ele já deve estar chegando. Ai... que pernas ele tem! Ele fica lindo com aquele uniforme de futebol! Uiiiiii...
(A campainha toca, ela se enrola rapidamente em uma minúscula toalha, e vai atender a porta)
Mariana: Oi Jeremias, achei que fosses demorar mais! Entre!
(Jeremias entra sem acreditar no que vê, ela o lança um olhar dominante, e fecha a porta passando a chave)
Mariana: Jeremias, pode ligar a TV, já volto só vou pôr uma roupa!
Jeremias: Ok. Onde boto os livros?
Mariana: Sei lá... põe em cima desta mesa mesmo, agora vou lá, me espera, não vai fugir não heim...
(Mariana em seu quarto e novamente fala para si mesma)
Mariana(rindo): Ele está nervoso... Não viu nada ainda!
(O telefone toca na sala e Mariana corre com apenas de calcinha e sutiã)
Mariana: Alô...
Mariana: Não senhora, é engano... Ok... Tchau!
(Mariana se vira para Jeremias, que parece não acreditar que ela estava naqueles trajes, ela se aproximou e roubou um selinho)
Jeremias: Pára Mariana! Somos apenas amigos de classe!
(Mariana o agarra novamente, sem ter como ele resistir)
Cena 4
(Está Mariana ao telefone com Daniela, parece estar exausta)
Mariana: Dani, você não sabe o que aconteceu aqui!
Daniela: Mas você como uma ótima amiga, vai me contar tudo!
Mariana: O jeremias era virgem! Não é mais! (risos)
Daniela: Caraca! Como foi? Me conta tudo!
Mariana: No início ele estava um pouco envergonhado, talvez pela inexperiência, mas depois o fiz um mestre!
Daniela: Tu é doida mesmo heim! Não perdoa nenhum! Na semana passada foi com Alex!
Mariana: Ah nem me lembra dele... Foi demais! Mas voltando ao assunto do Jeremias...
Daniela: Eu quero ver a cara dele amanhã quando te ver! (risos)
Mariana: Dani, tenho que desligar, mamãe acabou de chegar. Beijos e até amanhã.
Daniela: Beleza, amanhã você me conta tudo! Beijos.
Cena 5
(Três meses depois, Mariana encontra-se em seu quarto passando mal, até que chega sua mãe)
Mãe: O que está acontecendo Mari? Você nem levantou hoje, está o dia inteiro nessa cama.
Mariana: Mãe, tenho uma coisa para te conta.
Mãe: Lá vem! O que você aprontou dessa vez?
Mariana: Eu fiz o teste de farmácia e deu positivo.
Mãe: Na sua idade Mariana? Você não usou camisinha?
Mariana: Com a empolgação do momento não dá para pensar nisso né...?
Mãe: Não pode ser verdade!
Mariana: Mãe, preciso de sua ajuda!
Mãe: E quem é o pai?
Mariana (com lagrima nos olhos): Ai mãe... Não sei!
Mãe: O que? Não acredito! Você transou com mais de um?
(A mãe sai indignada, não esperava que a educação que foi dada para sua filha tinha lhe dado esse destino, um silêncio pairou no quarto de Mariana)
Cena 6
(Passaram-se dez anos, Mariana já tinha decidido criar sua filha Paula sozinha, e já estava morando em sua própria casa, até que um dia ela estava assistindo TV com sua filha na sala)
Paula: Olha mamãe, esse cara da TV, tem o nariz arrebitado igual ao meu!
(Mariana olha atentamente para a TV e percebe a semelhança entre sua filha e o tal cara da TV, pegou o catalogo telefônico e correu para o telefone)
Mariana: Filha, tenho que fazer uma ligação.
Assistente: Fantasia, boa noite!
Mariana: Alô, preciso falar urgentemente com esse homem que está ao vivo no programa, com o nariz arrebitado...
Assistente: Sinto lhe informar, mas não estou autorizada a passar ligações aos convidados da emissora.
Mariana: Então faz um favor, sei que não é sua obrigação, mas se você puder fazer vai me ajudar muito!
Assistente: Em que posso ajudar senhora?
Mariana: Passe meu telefone para ele!
Assistente: Não posso senhora! (pegando um papel)
Mariana: 2601-5593
Assistente (anotando): Infelizmente não posso! A Emissora agradece a sua ligação e boa noite!
Cena 7
(No dia seguinte a noite o telefone de Mariana toca)
Mariana: Alô...
Cara da TV: Alô, boa noite, eu estava no programa e uma senhora me passou esse telefone pediu para ligar...
Mariana: Ah sim! É que eu queria encontrar com você para podemos conversar.
Cara da TV: A senhora me conhece?
Mariana: Podemos deixar as perguntas para depois?
Cara da TV: Mas é sério?
Mariana: Muito!
Cara da TV: Então me encontre amanha pela manhã na Cafeteria Ipanema?
Mariana: Ok, eu vou estar de blusa amarela!
Cena 8
(Na cafeteria, Mariana aguarda ansiosa, quando chega o cara da TV, que se assusta ao vê-la)
Cara da TV: Mariana? Mariana Jatobá? Nossa! Como vai? Quanto tempo!
Mariana: Estou bem, mas tenho algo a lhe dizer.
Cara da TV: Então diga!
Mariana: Mas como anda sua vida?
Cara da TV: Agora moro aqui em Ipanema sozinho, trabalho numa revista e acho que só!
Mariana: Hum... Você tem filhos?
Cara da TV: Não, mas adoro crianças.
Mariana: Você tem vontade de ter filhos né?
Cara da TV: Acho que já estou na idade.
Mariana: Você já tem!
Cara da TV: Como?
Mariana: Se chama Paula e é a sua cara!
(Mariana abre a bolsa e pega uma foto de sua filha)
Mariana: Aqui está! Ela quem te viu na TV, e me chamou a atenção por causa do nariz arrebitado!
Cara da TV: Nossa!
Mariana: Liga-me amanhã à noite para falar com ela. Ela é louca para conhecer o pai, eu tirei esse direito dela e quero consertar essa burrada!
Cena 9
(O Cara da TV liga para Mariana, que passa imediatamente para sua filha)
Cara da TV: Paula?
Paula: Quem ta falando?
Cara da TV: Sou aquele que você viu na TV com seu narizinho...
Paula: Você parece legal... Ta namorando a mamãe?
Cara da TV: No momento não, mas já fui!
Paula: Han? Mamãe nunca me falou disso!
Cara da TV: Mas é que a gente só se reencontrou agora! O que você imagina do seu pai?
Paula: Não sei, não o conheci não, mas gostaria muito de encontrá-lo. Qual seu nome?
Cara da TV: Jeremias. Quer ver um filme no sábado?
Paula: Não sei se mamãe vai deixar.
Cara da TV: Ela vai com a gente, e eu quero que partir de hoje você me chame de papai, pode ser?
Paula: Você é meu pai?
Cara da TV: Sou sim, meu anjo!
(Os dois dão risos de felicidades, no telefone)
Cena 10
(Mariana, Paula e Jeremias chegam ao cinema)
Jeremias (emocionado): Paulinha, venha aqui...
(Jeremias a abraça, chorando em seus ombros. A afasta um pouco e lhe entrega um presente)
Paula (sem palavras): Obrigado papai!
(Os três se abraçam e vão curtir o dia juntos pela primeira vez, como uma família)
(Luzes se apagam durante o abraço e fim do espetáculo)
Autores: Rafael Dias Ferreira e Luanny Hellay.
terça-feira, 20 de maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Novelinha Jovem
Ser jovem hoje
Personagens:
Edicreuza
Dênnis
Allan
Mayara
Renatinha
Isabel
Locais:
Cena 1: Na casa da Edicreuza
Cena 2: No quarto de Dênnis e na balada
Cena 3: No quarto de Dênnis
Cena 4: Casa de Allan
Cena 5: Na praça
Cena 6: No quarto de Dênnis
Cena 7: Na praça
Cena 8: Na cozinha da casa de Dênnis
Cena 9: Cena dividida entre de Renatinha e Mayara
Cena 10: Quarto de Allan
Cena 11: Na sala de Jantar da casa de Dênnis
Número de falas
Edicreuza: 5 falas
Dênnis: 38
Allan: 18
Mayara: 26
Renatinha: 23
Isabel: Essa personagem só faz expressões faciais!
Números:
Falas: 110
Personagens: 6
Cenas: 11
-------------------------------------------------------
Cena 1:
(Quatro da manhã Dênnis abre a porta quando sua mãe bravamente o assusta)
Edicreuza: Bonito heim... Isso são horas?
Dênnis: Pow manhê! Deixa de ser velha, não pode nem curtir?
Edicreuza: Poder pode, mas dentro das normas, tudo tem limites.
Dênnis: Qual é coroa, até parece que quando tu tinhas minha idade, tu não chegavas tarde para dar uns amassos.
Edicreuza: Desde quando te dou confiança para falar assim comigo? Sou sua mãe e não qualquer uma. Vá já para o seu quarto, mas antes venha aqui!
Dênnis: Aff... O que foi agora?
Edicreuza: Abra a boca!
(Ele já pê da vida obedece e logo vem a reprovação)
Edicreuza: Você bebeu! Não te criei para isso, menino!
Dênnis (raivoso): ai ai ai... aff! (abandonando a cena em direção ao quarto)
Cena 2:
(Encontra-se no quarto apenas Dênnis, deitado na cama de bruços com as pernas para cima, relembrando os bons momentos da noitada)
Dênnis: Pow parceiro cê viu como ta a Mayara?
Allan: Pow cara, nem vi. Onde ela está?
Dênnis: Que isso! Não acredito que você não viu! Ela é a mais gata da festa, quero tanto beijar aquela boca!
Allan: Isso porque você ainda não viu a Renatinha. Olha como ela dança.
Dênnis: Não tô resistindo, vou chegar na May. Enquanto eu vou na May você vai na Renatinha.
(Os dois se direcionam cada um para um lado e chegam nas respectivas meninas)
Dênnis: E aí, qual é a boa, May?
Mayara (tímida): Por enquanto só dançar. Mas pretendo melhorar isso muito mais... (risos, descontraindo-se)
Dênnis: Então vou te ajudar.
(Ele a agarra sem dar tempo dela pensar, ela duvidosamente o reprova)
Mayara: Que isso?
(Ele novamente a agarra, ela não resiste, se entregando num ardente beijo)
Cena 3:
(Dênnis ainda se encontra no quarto, acaba com seus pensamentos e corre para o telefone)
Dênnis: Alô May, quero te confessar...
Mayara: Mas a essa hora?
Dênnis: Me escute, ta difícil para mim...
Mayara: Vai fala!
Dênnis: Você não sabe o quanto esperei por essa noite, sempre quis você comigo, mas sei o quanto é difícil receber isso, mas para mim esse beijo de hoje foi mágico.
Mayara: Eu também gosto muito de você, mas não dá, está acontecendo coisas comigo, que sei que você não vai gostar.
Dênnis: Vou sim, vindo de você eu aceito qualquer obstáculo.
Mayara: Estou grávida!
(Um silêncio profundo se inicia)
Mayara: Você ainda está aí?
Dênnis: Sim... Sim... Tenho que desligar, mas saiba que eu te amo muito!
Cena 4:
(Por volta do meio-dia, Dênnis sonolento, por não conseguir dormir vai a casa de Allan)
Dênnis: Cara, tenho que falar com você.
Allan: Caramba, você está pálido, fica calmo e fale o que está acontecendo.
Dênnis: Ontem eu fiquei com a May. (Voz trêmula)
Allan: E daí? Isso eu já sei, foi tão ruim assim?(Rindo)
Dênnis: Não é isso, e não estou achando graça alguma... O beijo foi ótimo, ela é demais, eu a amo muito.
Allan (cômico): Foi mal irmão, e juro que se você não falasse eu nem iria descobrir que você está amarradão. Hehehehehe.
Dênnis: Pois é, mas não é só isso brother, ela está grávida!
Allan: Como? Não creio que você a emprenhou! Esse cara é bom!
Dênnis: ... Como você é burro, o filho não é meu, eu não transei com ela, e só fiquei uma vez, ontem.
(Nesse momento toca o celular de Allan, ele atende sem dizer quem é, algo muito misterioso)
Allan: Oi... Ah sim... Tudo bom?... Eita... Ham... Ok, amanhã às 10 da manhã, né?... Tudo bem... Tchau.
Cena 5:
(Encontra-se na cena Allan e Mayara, na praça às 10)
Allan: Oi May, o que houve?
Mayara: Não se faça de rogado. Sabes muito bem!
Allan: Não sou vidente, coração.
Mayara: Não sou seu coração, se fosse estaria enfartando agora, eu estou grávida e o filho é seu!
Allan: Ta de brincadeira, foi só um dia. Não pode ser.
Mayara: Só pode ser, você foi minha primeira e única vez, e o pior... Tô muito afim do Dênnis, ele é simpático e eu sinto que ele me ama de verdade.
(Durante a última fala de Mayara, passa meio que escondido pelas pessoas e os brinquedos da praça, Dênnis, e observa os dois que ainda conversam , lembrou de imediato a cena do celular tocando)
Dênnis (pensando alto): Era ela!
(Sem muito jeito foi ao encontro dos dois, que tomaram um susto ao vê-lo)
Dênnis: O que está acontecendo aqui?
(Mayara e Allan se entreolham, ela quebra o gelo)
Mayara: Não vou enrolar. Dênnis te juro que desde a festa, embora minha gravidez, não paro de pensar em você infelizmente meu filho não é seu, e queria te prevenir de saber quem é o pai, mas não tem mais jeito, é o Allan.
(Dênnis os olha com lágrima nos olhos, parece não crer no que ouviu e sai sem falar nada)
Cena 6:
(Dennis encontra-se em seu quarto, vai na direção do telefone)
Dênnis: Alô Renatinha? Aqui é o Dênnis!
Renatinha: Que estranho você me liga, estou surpresa!
Dênnis: É... Mas é que agora só posso tentar confiar em você!
Renatinha: E o Allan, ele não é seu amigo?
Dênnis: Eu também achava que era. Ele e May me pregaram uma peça.
Renatinha: Como assim?
Dênnis: Você deve saber que na festa, enquanto você ficava com Allan, eu fiquei com a May...
Renatinha: Tu estás louco? Não fiquei com Allan, ele é um idiota, falso e crianção!
Dênnis: Caramba, dessa eu não sabia, mas deixa eu continuar... Ele sabia que eu era louco pela May e mesmo sendo meu amigo, ele não só fez um filho nela como...
Renatinha: O que?
Dênnis: Isso mesmo, não só fez um filho nela, como também não me respeitou como amigo.
Renatinha: Caraca, posso te falar uma coisa?
Dênnis: Pode sim, fala...
Renatinha (rapidamente): Eu te amo!
Dênnis: Que? Como? Ouvi direito?
Renatinha: Você é muito fofo, simpático, bonito. Embora o que eu falei por não ter ficado com Allan, eu só não fiquei com ele, por ele ser seu amigo.
Dênnis (sem palavras): Obrigado! Você também é muito legal!
(Dênnis toma coragem e continua)
Dênnis: Que tal irmos a pizzaria hoje?
Renatinha: Ham... Claro que aceito!
Cena 7:
(Continua na praça Mayara e Allan)
Mayara: E agora o que vamos fazer?
Allan: Eu vou assumir, vai ser barra, mas vou. Caraca...
Mayara: Não esperava que você fosse reagir assim.
Allan: É... Essa é a hora de crescer, quero que nosso filho seja feliz!
(Allan se aproxima de May e rouba um selinho, ela ri, ele olha, e agora quem rouba o beijo é a Mayara)
Cena 8:
(Passaram-se sete anos, encontra-se Renatinha e Dênnis na cozinha de casa, estão arrumando o café da manhã)
Dênnis: Bom dia, amor!
Renatinha: Bom dia!
Dênnis: Hoje sonhei com aqueles dois enganadores, que não falo a anos.
Renatinha: Não fala por que não quer! Ele vivia te procurando para reatar a amizade.
Dênnis: Ele é um babaca!
Renatinha: Você já parou para pensar que se não fosse ele e a Mayara não estaríamos juntos?
Dênnis: É você tem razão! Mas vou fazer o que?
Renatinha Faz um convite para jantar aqui no sábado.
Dênnis: Mas como conseguir o telefone do Allan?
Renatinha (cômica): Oh bicho burro, quem mandou você não querer ler as cartas que ele deixava aqui na porta? Tem o endereço no envelope e o telefone dentro. Posso ligar?
Dênnis (sorrindo): Não consigo escapar de nada com você. Vai liga! Ah... se mamãe fosse viva e visse isso, jamais iria acreditar.
(Os dois saem da cena rindo)
Cena 9:
(Aparece Renatinha de um lado e Mayara de outro, as duas estão no telefone, cada uma em sua casa)
Renatinha: Alô? Posso falar com a Mayara ou com o Allan?
Mayara: Pode falar!
Renatinha: Oi May, aqui é a Renata, Não nos falamos a anos, quero falar com você. O Allan está aí?
Mayara (assustada): Não, ta dormindo, chegou com o táxi de madrugada, para ganhar um trocado.
Renatinha: que bom que ele está trabalhando! Mas o que aconteceu com vocês durante esses anos?
Mayara: Depois daquele acontecimento Allan mudou muito, arrumou um trabalhinho, alugou uma casa, a mãe dele nos ajudou com alguns eletrodomésticos e com o enxoval do bebê.
Renatinha: Que legal, mas e o filhote como está?
Mayara: A Isabel ta ótima, enorme, linda!
Renatinha: Que linda, é uma menininha!
(As duas dão risadas)
Renatinha: Eu quero falar duas coisas para vocês, a primeira é que eu e o Dênnis estamos chamando vocês para um jantar no sábado, a segunda eu só conto no jantar.
Mayara: Claro que aceitamos. Vou desligar para avisar ao Allan. Beijos.
Renatinha: Até.
Cena 10:
(Mayara entra no quarto, Allan está dormindo)
Mayara: Amor, acorda, tenho uma notícia para te dar!
Allan: Mas tem que ser agora? Estou cansado!
Mayara: Tem sim, você não vai se arrepender!
Allan: Ta bom, fala logo!
Mayara: Recebi uma ligação hoje. Era a Renatinha, eles parecem estar bem, nos chamou para um jantar.
Allan: Que? Não creio! Não vou!
Mayara: Não perguntei se você vai, eu já confirmei, não tem mais jeito.
Allan: May, eu cansei de ir atrás dele, e ele nem me dar ouvidos.
Mayara: Eu entendo! Mas essa é a grande chance, e vai ser no sábado, não vamos perder nada!
Allan: Ta bom! Mas qualquer coisa eu volto na mesma hora!
Cena 11:
(Sábado, encontra-se a mesa Dênnis, Renatinha, Allan, Mayara e Isabel, eles conversam animadamente, até que Renatinha pede silêncio e se levanta)
Renatinha: Por favor, me dê a palavra...
Allan: Ih... Dênnis, se segura que lá vem bomba. (sorrindo)
Dênnis: To ferrado! Hahahahaha
Mayara: Calem a boca, ela quer falar!
(Tirou a fala dos adultos e deu um sorrisinho sapeca no rosto da pequena Isabel)
Mayara: Pronto, pode falar Rê...
Renatinha: Ufa... Até que enfim... Estou grávida!
(Todos se calam, sem saber o que falar, Mayara se levanta com o cálice de vinho na mão, como se fosse pedir um brinde)
Mayara: Eu também! (Ela sorri) Um brinde a nós! (Estica o cálice)
(Os homens ficam mudos, e caem na real, como um susto e começam a rir e brindam felizes)
(Luz apaga durante o brinde e fim do espetáculo)
Personagens:
Edicreuza
Dênnis
Allan
Mayara
Renatinha
Isabel
Locais:
Cena 1: Na casa da Edicreuza
Cena 2: No quarto de Dênnis e na balada
Cena 3: No quarto de Dênnis
Cena 4: Casa de Allan
Cena 5: Na praça
Cena 6: No quarto de Dênnis
Cena 7: Na praça
Cena 8: Na cozinha da casa de Dênnis
Cena 9: Cena dividida entre de Renatinha e Mayara
Cena 10: Quarto de Allan
Cena 11: Na sala de Jantar da casa de Dênnis
Número de falas
Edicreuza: 5 falas
Dênnis: 38
Allan: 18
Mayara: 26
Renatinha: 23
Isabel: Essa personagem só faz expressões faciais!
Números:
Falas: 110
Personagens: 6
Cenas: 11
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Cena 1:
(Quatro da manhã Dênnis abre a porta quando sua mãe bravamente o assusta)
Edicreuza: Bonito heim... Isso são horas?
Dênnis: Pow manhê! Deixa de ser velha, não pode nem curtir?
Edicreuza: Poder pode, mas dentro das normas, tudo tem limites.
Dênnis: Qual é coroa, até parece que quando tu tinhas minha idade, tu não chegavas tarde para dar uns amassos.
Edicreuza: Desde quando te dou confiança para falar assim comigo? Sou sua mãe e não qualquer uma. Vá já para o seu quarto, mas antes venha aqui!
Dênnis: Aff... O que foi agora?
Edicreuza: Abra a boca!
(Ele já pê da vida obedece e logo vem a reprovação)
Edicreuza: Você bebeu! Não te criei para isso, menino!
Dênnis (raivoso): ai ai ai... aff! (abandonando a cena em direção ao quarto)
Cena 2:
(Encontra-se no quarto apenas Dênnis, deitado na cama de bruços com as pernas para cima, relembrando os bons momentos da noitada)
Dênnis: Pow parceiro cê viu como ta a Mayara?
Allan: Pow cara, nem vi. Onde ela está?
Dênnis: Que isso! Não acredito que você não viu! Ela é a mais gata da festa, quero tanto beijar aquela boca!
Allan: Isso porque você ainda não viu a Renatinha. Olha como ela dança.
Dênnis: Não tô resistindo, vou chegar na May. Enquanto eu vou na May você vai na Renatinha.
(Os dois se direcionam cada um para um lado e chegam nas respectivas meninas)
Dênnis: E aí, qual é a boa, May?
Mayara (tímida): Por enquanto só dançar. Mas pretendo melhorar isso muito mais... (risos, descontraindo-se)
Dênnis: Então vou te ajudar.
(Ele a agarra sem dar tempo dela pensar, ela duvidosamente o reprova)
Mayara: Que isso?
(Ele novamente a agarra, ela não resiste, se entregando num ardente beijo)
Cena 3:
(Dênnis ainda se encontra no quarto, acaba com seus pensamentos e corre para o telefone)
Dênnis: Alô May, quero te confessar...
Mayara: Mas a essa hora?
Dênnis: Me escute, ta difícil para mim...
Mayara: Vai fala!
Dênnis: Você não sabe o quanto esperei por essa noite, sempre quis você comigo, mas sei o quanto é difícil receber isso, mas para mim esse beijo de hoje foi mágico.
Mayara: Eu também gosto muito de você, mas não dá, está acontecendo coisas comigo, que sei que você não vai gostar.
Dênnis: Vou sim, vindo de você eu aceito qualquer obstáculo.
Mayara: Estou grávida!
(Um silêncio profundo se inicia)
Mayara: Você ainda está aí?
Dênnis: Sim... Sim... Tenho que desligar, mas saiba que eu te amo muito!
Cena 4:
(Por volta do meio-dia, Dênnis sonolento, por não conseguir dormir vai a casa de Allan)
Dênnis: Cara, tenho que falar com você.
Allan: Caramba, você está pálido, fica calmo e fale o que está acontecendo.
Dênnis: Ontem eu fiquei com a May. (Voz trêmula)
Allan: E daí? Isso eu já sei, foi tão ruim assim?(Rindo)
Dênnis: Não é isso, e não estou achando graça alguma... O beijo foi ótimo, ela é demais, eu a amo muito.
Allan (cômico): Foi mal irmão, e juro que se você não falasse eu nem iria descobrir que você está amarradão. Hehehehehe.
Dênnis: Pois é, mas não é só isso brother, ela está grávida!
Allan: Como? Não creio que você a emprenhou! Esse cara é bom!
Dênnis: ... Como você é burro, o filho não é meu, eu não transei com ela, e só fiquei uma vez, ontem.
(Nesse momento toca o celular de Allan, ele atende sem dizer quem é, algo muito misterioso)
Allan: Oi... Ah sim... Tudo bom?... Eita... Ham... Ok, amanhã às 10 da manhã, né?... Tudo bem... Tchau.
Cena 5:
(Encontra-se na cena Allan e Mayara, na praça às 10)
Allan: Oi May, o que houve?
Mayara: Não se faça de rogado. Sabes muito bem!
Allan: Não sou vidente, coração.
Mayara: Não sou seu coração, se fosse estaria enfartando agora, eu estou grávida e o filho é seu!
Allan: Ta de brincadeira, foi só um dia. Não pode ser.
Mayara: Só pode ser, você foi minha primeira e única vez, e o pior... Tô muito afim do Dênnis, ele é simpático e eu sinto que ele me ama de verdade.
(Durante a última fala de Mayara, passa meio que escondido pelas pessoas e os brinquedos da praça, Dênnis, e observa os dois que ainda conversam , lembrou de imediato a cena do celular tocando)
Dênnis (pensando alto): Era ela!
(Sem muito jeito foi ao encontro dos dois, que tomaram um susto ao vê-lo)
Dênnis: O que está acontecendo aqui?
(Mayara e Allan se entreolham, ela quebra o gelo)
Mayara: Não vou enrolar. Dênnis te juro que desde a festa, embora minha gravidez, não paro de pensar em você infelizmente meu filho não é seu, e queria te prevenir de saber quem é o pai, mas não tem mais jeito, é o Allan.
(Dênnis os olha com lágrima nos olhos, parece não crer no que ouviu e sai sem falar nada)
Cena 6:
(Dennis encontra-se em seu quarto, vai na direção do telefone)
Dênnis: Alô Renatinha? Aqui é o Dênnis!
Renatinha: Que estranho você me liga, estou surpresa!
Dênnis: É... Mas é que agora só posso tentar confiar em você!
Renatinha: E o Allan, ele não é seu amigo?
Dênnis: Eu também achava que era. Ele e May me pregaram uma peça.
Renatinha: Como assim?
Dênnis: Você deve saber que na festa, enquanto você ficava com Allan, eu fiquei com a May...
Renatinha: Tu estás louco? Não fiquei com Allan, ele é um idiota, falso e crianção!
Dênnis: Caramba, dessa eu não sabia, mas deixa eu continuar... Ele sabia que eu era louco pela May e mesmo sendo meu amigo, ele não só fez um filho nela como...
Renatinha: O que?
Dênnis: Isso mesmo, não só fez um filho nela, como também não me respeitou como amigo.
Renatinha: Caraca, posso te falar uma coisa?
Dênnis: Pode sim, fala...
Renatinha (rapidamente): Eu te amo!
Dênnis: Que? Como? Ouvi direito?
Renatinha: Você é muito fofo, simpático, bonito. Embora o que eu falei por não ter ficado com Allan, eu só não fiquei com ele, por ele ser seu amigo.
Dênnis (sem palavras): Obrigado! Você também é muito legal!
(Dênnis toma coragem e continua)
Dênnis: Que tal irmos a pizzaria hoje?
Renatinha: Ham... Claro que aceito!
Cena 7:
(Continua na praça Mayara e Allan)
Mayara: E agora o que vamos fazer?
Allan: Eu vou assumir, vai ser barra, mas vou. Caraca...
Mayara: Não esperava que você fosse reagir assim.
Allan: É... Essa é a hora de crescer, quero que nosso filho seja feliz!
(Allan se aproxima de May e rouba um selinho, ela ri, ele olha, e agora quem rouba o beijo é a Mayara)
Cena 8:
(Passaram-se sete anos, encontra-se Renatinha e Dênnis na cozinha de casa, estão arrumando o café da manhã)
Dênnis: Bom dia, amor!
Renatinha: Bom dia!
Dênnis: Hoje sonhei com aqueles dois enganadores, que não falo a anos.
Renatinha: Não fala por que não quer! Ele vivia te procurando para reatar a amizade.
Dênnis: Ele é um babaca!
Renatinha: Você já parou para pensar que se não fosse ele e a Mayara não estaríamos juntos?
Dênnis: É você tem razão! Mas vou fazer o que?
Renatinha Faz um convite para jantar aqui no sábado.
Dênnis: Mas como conseguir o telefone do Allan?
Renatinha (cômica): Oh bicho burro, quem mandou você não querer ler as cartas que ele deixava aqui na porta? Tem o endereço no envelope e o telefone dentro. Posso ligar?
Dênnis (sorrindo): Não consigo escapar de nada com você. Vai liga! Ah... se mamãe fosse viva e visse isso, jamais iria acreditar.
(Os dois saem da cena rindo)
Cena 9:
(Aparece Renatinha de um lado e Mayara de outro, as duas estão no telefone, cada uma em sua casa)
Renatinha: Alô? Posso falar com a Mayara ou com o Allan?
Mayara: Pode falar!
Renatinha: Oi May, aqui é a Renata, Não nos falamos a anos, quero falar com você. O Allan está aí?
Mayara (assustada): Não, ta dormindo, chegou com o táxi de madrugada, para ganhar um trocado.
Renatinha: que bom que ele está trabalhando! Mas o que aconteceu com vocês durante esses anos?
Mayara: Depois daquele acontecimento Allan mudou muito, arrumou um trabalhinho, alugou uma casa, a mãe dele nos ajudou com alguns eletrodomésticos e com o enxoval do bebê.
Renatinha: Que legal, mas e o filhote como está?
Mayara: A Isabel ta ótima, enorme, linda!
Renatinha: Que linda, é uma menininha!
(As duas dão risadas)
Renatinha: Eu quero falar duas coisas para vocês, a primeira é que eu e o Dênnis estamos chamando vocês para um jantar no sábado, a segunda eu só conto no jantar.
Mayara: Claro que aceitamos. Vou desligar para avisar ao Allan. Beijos.
Renatinha: Até.
Cena 10:
(Mayara entra no quarto, Allan está dormindo)
Mayara: Amor, acorda, tenho uma notícia para te dar!
Allan: Mas tem que ser agora? Estou cansado!
Mayara: Tem sim, você não vai se arrepender!
Allan: Ta bom, fala logo!
Mayara: Recebi uma ligação hoje. Era a Renatinha, eles parecem estar bem, nos chamou para um jantar.
Allan: Que? Não creio! Não vou!
Mayara: Não perguntei se você vai, eu já confirmei, não tem mais jeito.
Allan: May, eu cansei de ir atrás dele, e ele nem me dar ouvidos.
Mayara: Eu entendo! Mas essa é a grande chance, e vai ser no sábado, não vamos perder nada!
Allan: Ta bom! Mas qualquer coisa eu volto na mesma hora!
Cena 11:
(Sábado, encontra-se a mesa Dênnis, Renatinha, Allan, Mayara e Isabel, eles conversam animadamente, até que Renatinha pede silêncio e se levanta)
Renatinha: Por favor, me dê a palavra...
Allan: Ih... Dênnis, se segura que lá vem bomba. (sorrindo)
Dênnis: To ferrado! Hahahahaha
Mayara: Calem a boca, ela quer falar!
(Tirou a fala dos adultos e deu um sorrisinho sapeca no rosto da pequena Isabel)
Mayara: Pronto, pode falar Rê...
Renatinha: Ufa... Até que enfim... Estou grávida!
(Todos se calam, sem saber o que falar, Mayara se levanta com o cálice de vinho na mão, como se fosse pedir um brinde)
Mayara: Eu também! (Ela sorri) Um brinde a nós! (Estica o cálice)
(Os homens ficam mudos, e caem na real, como um susto e começam a rir e brindam felizes)
(Luz apaga durante o brinde e fim do espetáculo)
quinta-feira, 17 de abril de 2008
À alguém especial!
Havia um tempo
Não distante que era uma loucura
Havia um tempo
Em que se ouvia passarinhos com vozes humanas
Havia um tempo
Em que flores e sol criavam rostos e sorriam para mim
Havia um tempo...
Um mundo fantástico!
Um mundo de cores mistas e amantes
Enlaçadas em luzes de paixão
Luzes com formatos de estrelas, coração...
E um rosto pelo qual sempre quis ter comigo
Mas nem se quer parecia próximo
Imagens distantes num mundo de fantasia
E que sonho em todas as manhas
Para que aqueles passarinhos falantes
Aquelas flores e o sol simpáticos me digam
O por que de você ser tão importante pra mim.
Te amo
Ferreira, Rafael Dias
17/04/2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Solução para causa triste
Durante a semana, vi milhares de pessoas comentando sobre o caso da menina Isabella que foi atirada via janela de um 6º andar de um prédio de São Paulo.
Logo logo ouço falarem que o principal suspeito é o próprio pai, e fico então me perguntando, os porques de tanta barbaridade com apenas uma criança, o que será que a pequenina criança fez para ter um fim tão triste e trágico, pelas mãos do próprio pai.
O que levaria um bicho desses a continuar vivo? Em qualquer lugar decente no mundo esse ser verdadeiramente irracional, sofreria uma punição a nível do que ele fez, porém estamos no Brasil, e logo todos estarão esquecidos desse caso, o "pai" estará solto...
Aqui tudo é fácil, impunidade principalmente!
Mas quantas crianças mais devem morrer estupidamente, como essa menina, para que as leis possam ser sérias e exterminadora de impunidade?
Realmente... Não sei!
Ou então, posso dar uma solução...
Que tal pegarmos esses nossos representantes do Poder Legislativo, que não sabem fazer leis, e jogarmos da janela do 6º andar?
Logo logo ouço falarem que o principal suspeito é o próprio pai, e fico então me perguntando, os porques de tanta barbaridade com apenas uma criança, o que será que a pequenina criança fez para ter um fim tão triste e trágico, pelas mãos do próprio pai.
O que levaria um bicho desses a continuar vivo? Em qualquer lugar decente no mundo esse ser verdadeiramente irracional, sofreria uma punição a nível do que ele fez, porém estamos no Brasil, e logo todos estarão esquecidos desse caso, o "pai" estará solto...
Aqui tudo é fácil, impunidade principalmente!
Mas quantas crianças mais devem morrer estupidamente, como essa menina, para que as leis possam ser sérias e exterminadora de impunidade?
Realmente... Não sei!
Ou então, posso dar uma solução...
Que tal pegarmos esses nossos representantes do Poder Legislativo, que não sabem fazer leis, e jogarmos da janela do 6º andar?
domingo, 9 de março de 2008
Palavra com os amigos
Amizade...
Palavra nem sempre compreendida
Palavra meio maluca que nos confunde
Amigo...
Palavra que indica quem agente ama
Paravra que indica quem ama agente
Aquele que aperta sua mão com força...
E levanta sua moral
Que mostra o quanto você é importante
Que te faz sorrir
Que chora quado tu choras
Agradeço muito à todos meus poucos amigos, pois se não fossem vocês eu não estaria escrevendo aqui hoje!
Um beijo no coração de vocês
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Corrupção... A culpa é nossa!
Pra que sonhar em um país melhorse há corrupção?
Senadores, deputados, governadores, não pensam em outra coisa a não ser corrupção
Virou febre nacional Política!
Pobre que rouba vai logo pra prisão
Político que rouba, não foi nada, só corrupção!
Política... Virou febre nacional!
Todos se revoltam com isso, mas ninguém faz nada para melhorar essa nação
Não adianta falar, se vc não vai mudar essa febre nacional
O Brasil pode ter vírgulas ruins, mas se nos unirmos teremos um bom ponto final!
Política virou febre nacional!
Ter economia boa indica que temos grana para saúde, educação, mas não...
É muito mais fácil fazer uma conta no exterior, pôr dinheiro na cueca, fazer notas frias de ambulância (sangue-suga), caixa dois e se dar bem, porque tudo é feito com ajuda dos laranjas
Que por ganharem dinheiro do nosso imposto abusivo, também saem de cabeça erguida!
Que nação exdrúxula...
Tudo bem embaixo do nosso nariz e nada acontece
Porque não nos unimos!
Meu povo... A culpa é nossa!
Rafael Dias Ferreira
(após a reeleição do Excelentíssimo Sr. Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva)
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Reflexão sobre a valorização do humano...
Engraçado é ver tudo pedido a Deus dar errado, tu é "se Deus quiser", é um tal de Deus pra cá, Deus pra lá...
Aí tudo dá errado e falam: "Não foi a vontade de Deus", "Deus não quis"...
Ah pára de palhaçada!
Vocês acham que se ele existisse, ele deixaria os vossos pedidos no vento?
Parem de achar que ele vai resolver seus problemas, resolva as dificuldades sozinho, não foi Deus quem te deu problemas, então para que jogar seus problemas nas mãos dele?
Agora, por que quando acontece algo de bom ou algo deu certo, falam "graças a Deus"?
Não foi graças a Deus que se consegue a vitória, foi graças a você ou a alguém que tenha ajudado aquilo a dar certo.
Se você passa em um vestibular, não foi graças a Deus, foi graças a você que teve força de vontade, o que te motivou a estudar, você estudando adquiriu inteligência, o que te fez passar no vestibular.
Se uma cirurgia de risco foi um sucesso, também não foi graças a Deus, é graças a toda equipe médica, da administração do hospital até os médicos, pois a administração põe equipamentos necessários no centro cirurgico, e os médicos estudaram anos, adquiriram experiências e hoje salvou uma vida numa cirurgia de risco.
Moral da História...
Devemos parar de pedir a Deus, devemos agir, criando força de vontade, que nos motivará, almeijando a vitória, e a conquista desta vitória será um fato notório.
Devemos parar de agradecer somente a Deus, temos que lembrar você ou alguém que conseguiu a vitória.
Se agradeça, agradeça a quem lutou para aguilo dar certo.
Valorize nós, humanos, pois é com o nosso suor que conseguimos vencer!
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